Gabriela de Ribeirão Preto: A Cachaça orgânica de tradição

Cachaça Prata envelhecida em  Jequitibá-Rosa e a Ouro em Imburana O que confere singularidade à Cachaça Gabriela de Ribeirão Preto é o compromisso inegociável com a pureza orgânica e a produção artesanal no alambique. Sua história começa em 1963, na Fazenda Santa Esilia, em Bonfim Paulista, um distrito de Ribeirão Preto, onde a tradição é zelosamente preservada pela terceira geração da família. O processo de destilação é realizado em pequena escala, em alambiques de cobre, uma técnica crucial que garante a separação de impurezas, resultando em um sabor inigualável e na preservação dos aromas mais finos da cana. O maior diferencial, no entanto, reside em sua certificação como produto orgânico, assegurando que o cultivo da cana-de-açúcar é feito sem o uso de agrotóxicos ou fertilizantes químicos, entregando uma bebida mais pura e natural. Para os apreciadores, a marca oferece diferentes expressões: a versão Prata, pura e sem passagem por madeira, ideal para coquetelaria, e a Ouro, en...

Se você pensa que cachaça é água...

Cachaça não é água não!
Cachaça vem do alambique
E água vem do ribeirão!

EEEEEEEEEE!!!! CARNAVAL!

No caso da Cachaça Gabriela, ela é produzida em Ribeirão Preto, mas não tem nada a ver com riacho (ou ribeirão), já que vem é do alambique mesmo!!!

O negócio é o seguinte: o Carnaval está aí e nada melhor do que pular muito, beijar muito, cantar muito e também tomar seus pilequinhos. Maaas, não se esqueça: se beber, não dirija! Nem pegue carona (porque todo mundo bebe nessa época!)! Ou fique num hotel, numa república, na casa de amigos, qualquer lugar que seja bem próximo de onde vai acontecer a balada de carnaval ou, se não puder andar a pé (e assim já ir tomando um ar), vá de táxi!

Aproveite mas tenha juízo! ;)
E o juízo nesse caso pode ser chamado de responsabilidade (com você e com o próximo)!

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