Gabriela de Ribeirão Preto: A Cachaça orgânica de tradição

Cachaça Prata envelhecida em  Jequitibá-Rosa e a Ouro em Imburana O que confere singularidade à Cachaça Gabriela de Ribeirão Preto é o compromisso inegociável com a pureza orgânica e a produção artesanal no alambique. Sua história começa em 1963, na Fazenda Santa Esilia, em Bonfim Paulista, um distrito de Ribeirão Preto, onde a tradição é zelosamente preservada pela terceira geração da família. O processo de destilação é realizado em pequena escala, em alambiques de cobre, uma técnica crucial que garante a separação de impurezas, resultando em um sabor inigualável e na preservação dos aromas mais finos da cana. O maior diferencial, no entanto, reside em sua certificação como produto orgânico, assegurando que o cultivo da cana-de-açúcar é feito sem o uso de agrotóxicos ou fertilizantes químicos, entregando uma bebida mais pura e natural. Para os apreciadores, a marca oferece diferentes expressões: a versão Prata, pura e sem passagem por madeira, ideal para coquetelaria, e a Ouro, en...

Gabriela no jornal de Ribeirão Preto

Com o título “Bonfim exporta cachaça”, no último domingo, o jornal A Cidade, falou sobre a produção artesanal e orgânica da Cachaça Gabriela que quer atingir novos mercados no exterior. No caderno de Agronegócio do jornal, o leitor pôde conhecer um pouco mais da mentalidade da empresa e de como é produzida a cachaça, num dos maiores engenhos da região de Ribeirão Preto.

Uns pedacinhos:

O produtor Hugo Benedini mantém tradição familiar em Bonfim Paulista, distrito de Ribeirão Preto: uso de cana própria para a produção da pinga começou com o pai.

“A exportação em si, mais do que um negócio interessante economicamente, é uma ferramenta de marketing para o mercado interno”, avalia Marcelo Vesoloski, gerente de marketing. "Principalmente — enfatiza , no caso de um produto com valor de venda agregado graças ao processo de produção orgânica e artesanal.”

Trecho retirado do jornal A Cidade - Autor: Da reportagem - 08/07/2007.

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